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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Aokigahara - Floresta dos Suicidas

Ao pé do monte Fuji, no Japão, situa-se a floresta de Aokigahara. Com área aproximada de 35 km² a floresta é um ponto turístico popular, contando com vegetação densa e diversas cavernas e fauna diminuta. Em parte pela ausência de fauna e em parte pela densidade da vegetação é também um lugar extremamente silencioso, o que faz com que seja cercado por lendas e mitos diversos que a relacionam a demônios e espíritos malignos. Mas o que torna o local ainda mais bizarro é que a floresta tornou-se um local de escolha comum entre os suicidas.

A situação chegou a tal ponto que o governo espalhou pela floresta placas tentando desestimular tais atos, pedindo que as pessoas reconsiderem suas intenções, mas mesmo assim ainda são encontrados por lá em média 100 corpos ou ossadas por ano.

Embora haja relatos do uso do local para essa finalidade desde o século XIX, especula-se que a popularidade do local para suicídios tenha aumentado na década de 60, quando foi publicada a novela Kuroi Jukai, de Seich? Matsumoto, em cujo final dois amantes cometem suicídio por lá. A maior incidência de suicídios ocorre no mês de março, que é quando encerra-se o ano fiscal. Desde a década de 70 são realizadas operações periódicas de busca por cadáveres no local.

Embora as autoridades japonesas tenham interrompido a divulgação de dados estatísticos oficiais para que eles não acabassem servindo como um incentivo a quem decidiu acabar com a própria vida, a floresta ainda é considerada o segundo lugar com o maior índice de suicídios no mundo, perdendo apenas para a ponte Golden Gate (San Francisco, CA, USA).

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

As Montanhas da Superstição

As montanhas da superstição, em Phoenix, no Arizona, embora sejam um destino recreativo comum entre os moradores locais receberam esse nome porque são cercadas de mistérios. Segundo os índios Apache lá ficaria a entrada para o inferno.

O lugar hoje fica dentro de um parque nacional norte-americano. Segundo lendas durante o século 19 um imigrante alemão chamado Jacob Waltz teria encontrado lá uma mina de ouro. Jacob morreu sem jamais revelar a localização da mina a alguém, depois de sua morte várias expedições tentaram encontrar a mina e falharam. Segundo a população local os espíritos dos que morreram nas expedições continuam vagando pelas montanhas.

Em 1931 o explorador amador e caçador de tesouros Adolph Ruth decidiu fazer buscas na região em busca da mina. Seus ossos foram encontrados seis meses depois com 2 buracos de bala no crânio. Diversos pertences pessoais de Ruth foram encontrados, inclusive uma pistola, mas o mapa que ele usava para guiar-se e que revelaria a localização da mina jamais foi encontrado.

No meio dos anos de 1940 a ossada sem crânio do explorador James A Cravey foram descobertos nas Montanhas sa Superstição. Cravey também estava em busca da mina de ouro.

Mais recentemente, em novembro de 2009, Jesse Capen iniciou sua busca pela mina. Pouco tempo depois seu acampamento e seu carro foram encontrados abandonados. Seu corpo foi encontrado em novembro de 2012 was found in November 2012 by a local search and rescue organization, em uma fenda rochosa.

Em julho de 2010 os aventureiros Curtis Merworth, Ardean Charles e Malcolm Meeks também desapareceram no local. Em janeiro de 2011 3 ossadas presumivelmente dos aventureiros foram encontradas.

Talvez um dia descubram o mistério das Montanhas da Superstição, até lá sugerimos que você procure outro destino para suas viagens de férias e se quiser ouros vá a uma joalheria.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Ilha dos Bonecas

Um pouco ao sul da Cidade do México, entre os canais de Xochimico, encontra-se uma pequena ilha conhecida como "Isla de las Munecas" (Ilha das Bonecas). De uns tempos para cá a ilha tem se tornado um destino turístico bastante visitado no México em função de suas habitantes.

Penduradas nas árvores do local encontram-se centenas de bonecas. Ao chegar na ilha o que se vê são as bonecas expostas ao tempo, muitas sem membros, sem cabeças ou sem olhos. A visão é assustadora mesmo durante o dia, durante a noite é apavorante.

Pelo que se sabe tudo começou quando Don Julian Santana Barrera era o zelador da ilha. Pelo que se sabe Julian encontrou uma menina afogando-se e não foi capaz de salvar-lhe a vida, pouco depois encontrou uma boneca boiando próximo a um dos canais que ele presumir ser da menina morta. Por respeito ao espírito da menina ela prendeu a boneca ao galho de uma árvore. Aparentemente Julian passou a sentir-se atormentado pela lembrança do afogamento e por não ter sido capaz de salvar a criança e começou a oferecer mais e mais bonecas ao seu espírito. Após 50 anos coletando bonecas e pendurando-as nas árvores da ilha, Julian foi encontrado morto por afogamento, no mesmo local onde afogou-se a menina.

Muitos habitantes das redondezas acreditam que espíritos habitam o local e que Julian juntou a eles. A ilha é considerada encantado e após a morte de Julian em 2001 tornou-se uma atração turística. Os visitantes têm o hábito de trazer novas bonecas para o lugar, perpetuando o ritual do antigo zelador.


segunda-feira, 13 de março de 2017

A Incrível Praia de Vidro na Califórnia

Essa incrível praia fica no Parque estadual de MacKerricher, perto de Fort Bragg, na Califórnia, e nos faz ver o impacto que o ser humano provoca em nosso planeta de uma forma bastante clara.

No começo do século 20 a área era um "lixão" utilizado para descarte de lixo doméstico pelos moradores da região, que ali depositavam descartando vidro, eletrodomésticos e até veículos. Com o passar dos anos a pilha de lixo foi crescendo, tendo sido inclusive queimada para que diminuísse de volume, o que demonstrou não ser uma solução. Em 1967 o Conselho de Controle de Recursos Hídricos da Califórnia fechou a área e promoveu vários programas de limpeza para minimizar o dano ecológico, mas a maior parte do trabalho foi feita pela natureza.

A ação das ondas sobre os detritos acabou por fragmentar os materiais, reduzindo tudo a pequenos pedaços que com o tempo e a contínua erosão provocada pelo impacto da água foram tornando-se também arredondados. Em 1998 o proprietário da área achou que ela deveria pertencer ao público e após 5 anos de processo de limpeza e negociação com o governo estadual vendeu o imóvel para o estado, que em 2002 incorporou a área ao Parque Estadual MacKerricher.

Atualmente a praia é uma atração turística e recebe milhares de visitantes diariamente durante o verão. Apesar de ser proibido coletar o "vidro do mar", grande parte dos visitantes acaba por recolher um pouco dele e com isso a quantidade está diminuindo ao poucos. Atualmente estão sendo estudadas soluções para repor o vidro das praias.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Quando forem à Filadélfia os visitantes de nosso blog talvez apreciem uma visita a esse museu. O Museu Mütter foi fundado em 1858 e notabiliza-se pelas peças "diferentes" que exibe. Entre elas uma coleção de crânios humanos e diversas outras peças anatômicas, um modelo em cera de uma mulher com um chifre que sai de sua testa, o mais alto esqueleto atualmente em exibição na América do Norte, o corpo da "Lady Soap", uma mulher cujo corpo transformou-se em uma substância semelhante a sabão.

Grande parte da coleção data do século XIX, tendo sido doada pelo fundador, Thomas Dent Mütter. Há também numerosos órgãos e partes de corpos preservados, como o fígado dos gêmeos siameses Chang e Eng Bunker, fatias do cérebro de Albert Eistein, um pedaço de tecido do tórax do assassino de Abraham Lincoln e muitas outras bizarrices. Ao longo dos anos a coleção do museu foi recebendo novas peças, como fetos humanos malformados doados para a ciência.


Confesse, ficou louco para conhecer? Fica na Filadélfia e o ingresso custa só 15 dólares. Sugiro entretanto que você não programe a visita para logo após o almoço. Se visitar não esqueça de me convidar ou pelo menos me mande fotos.