segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Fez sabão com a própria gordura para presentear a ex-sogra

Algumas pessoas fantasiam vinganças maquiavélicas contra ex-amores, outras vão um pouco além. Essa chinesa encontrou uma maneira um tanto original para vingar-se do ex-namorado e da ex-sogra.

Segundo essa mulher, que adota nas redes sociais o nome de 'Xiao Xiao loves beauty and eating', o rompimento com o ex-namorado aconteceu porque  ela estava acima do peso. Após a separação ela afirmar ter decidido passar por uma lipoaspiração e preparou uma barra de sabão com o que seria a gordura retirada durante o procedimento. A ideia da chinesa foi enviar o sabão como presente para a mãe do ex-namorado.

A repercussão nas redes sociais

Em 07/01/2016 ela postou no Weibo (um Twitter chinês censurado pelo governo) "Yang Xiaolei, você ainda lembra do último Festival da Primavera? Já que esse ano eu não posso acompanhar você na sua ida para casa usei minha própria gordura para fazer um sabão para que sua mãe tome banho". Postou ainda um print da mensagem privada que ela mandou ao rapaz pela rede onde dizia"Eu fiz um pedaço de sabão com minha própria gordura para dar a sua mãe para que tome banho. O Ano Novo chinês é a hora de surpreender aqueles homens que julgam um livro pela capa".

Postou ainda diversas fotos de antes e depois do procedimento cirúrgico, incluindo fotos na sala de procedimento segurando a cânula de aspiração e uma seringa contendo a "matéria prima" do insólito produto de higiene. Menos de uma semana depois a postagem havia sido compartilhada 5.400, recebido 4.400 comentários e 2.700 likes. As reações foram extremamente divididas, alguns usuários apoiando a atitude, outros criticando e apoiando a decisão do ex-namorado ao romper o relacionamento, alguns inclusive lamentando que ela não tenha enviado o produto "in natura" para o preparo de frituras.

E você o que acha?

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A Incrível Olivia Farnsworth

A garotinha da foto é a inglesa Olivia Farnsworth. Aparentemente normal, revelou certas diferenças ainda bebê, quando aos 9 meses parou de dormir durante o dia. Além disso ela também demorou a ter cabelos, só começaram a crescer depois dos 4 anos de idade. Mas os sinais mais desconcertantes de que ela não era uma menina como as outras surgiram quando Olívia passou a frequentar a escola. A primeira surpresa veio quanto depois de uma queda na escola que fez com que seus dentes atravessaram o lábio inferior, o médico que prestou o atendimento de emergência notou que havia algo de errado quando a examinava, puxando seu lábio, e ela sequer pestanejava.

Aos 7 anos ela foi atropelada e arrastada por algumas dezenas de metros. Embora não tenha sofrido ferimentos muito graves, a menina não sentiu dor, não se assustou e sequer chorou, o que seria natural. Ela simplesmente levantou-se e começou a caminhar em direção a sua mãe.

Ao investigar-se a situação foi constatado que Olívia apresenta uma anomalia cromossômica descrita como deleção do cromossomo 6. A alteração já é considerada bastante rara, mas no caso específico da menina o conjunto de sintomas apresentado jamais foi relatado antes. Ela não sente dor, não sente fome e nem cansaço, chegando a passar 3 dias sem dormir.

Apesar de apresentar um desenvolvimento físico e psíquico compatível com sua idade, Olivia só alimenta-se normalmente porque foi condicionada a fazer as refeições junto com seus irmãos e colegas. Atualmente em tratamento, ela faz uso de medicamentos para ter uma rotina de sono normal que não interferira em seu desenvolvimento, mas a ausência de dor e a falta de noção de perigo geram muita preocupação em sua mãe e nos médicos. Já a própria menina não se deixa afetar por isso, ela nunca experimentou a dor, a fome ou o cansaço, não consegue entender porque tanta preocupação com algo que para ela é absolutamente normal.



quarta-feira, 13 de junho de 2018

Aokigahara - Floresta dos Suicidas

Ao pé do monte Fuji, no Japão, situa-se a floresta de Aokigahara. Com área aproximada de 35 km² a floresta é um ponto turístico popular, contando com vegetação densa e diversas cavernas e fauna diminuta. Em parte pela ausência de fauna e em parte pela densidade da vegetação é também um lugar extremamente silencioso, o que faz com que seja cercado por lendas e mitos diversos que a relacionam a demônios e espíritos malignos. Mas o que torna o local ainda mais bizarro é que a floresta tornou-se um local de escolha comum entre os suicidas.

A situação chegou a tal ponto que o governo espalhou pela floresta placas tentando desestimular tais atos, pedindo que as pessoas reconsiderem suas intenções, mas mesmo assim ainda são encontrados por lá em média 100 corpos ou ossadas por ano.

Embora haja relatos do uso do local para essa finalidade desde o século XIX, especula-se que a popularidade do local para suicídios tenha aumentado na década de 60, quando foi publicada a novela Kuroi Jukai, de Seich? Matsumoto, em cujo final dois amantes cometem suicídio por lá. A maior incidência de suicídios ocorre no mês de março, que é quando encerra-se o ano fiscal. Desde a década de 70 são realizadas operações periódicas de busca por cadáveres no local.

Embora as autoridades japonesas tenham interrompido a divulgação de dados estatísticos oficiais para que eles não acabassem servindo como um incentivo a quem decidiu acabar com a própria vida, a floresta ainda é considerada o segundo lugar com o maior índice de suicídios no mundo, perdendo apenas para a ponte Golden Gate (San Francisco, CA, USA).

sábado, 12 de maio de 2018

Um caso lamentável e insólito de crueldade animal

O caso de crueldade envolvendo dois gatinhos na Inglaterra foi notícia e correu a Internet no dia 26/04/2016. Os pequenos filhotes, com idade estimada entre quatro e cinco semanas de vida, originalmente pretos e brancos (nossos queridos "frajolinhas") foram encontrados pela polícia inglesa bastante debilitados e pintados, um de azul e o outro de verde, com tinta de pincel atômico.

Tão logo o s ao Bradford Cat Watch Rescue Centre (BCWR), em West Yorkshire, foi acionado pela polícia fio feito o resgate e eles passaram por uma avaliação veterinária em função da possível toxicidade das tintas. Sua situação era precária. Subnutridos, precisaram ser internados para receber soro, alimentação (mamadeira) e banhos para que a tinta vá sendo removida gradualmente. Os veterinários acham prematuro estimar que prejuízos ou sequelas o ato de crueldade acarretará aos filhotes, inclusive porque devido à sua pouca idade e ao estado debilitado em que se encontram alguns exames ainda não são possíveis, sem contar que os submeteriam a mais estresse.

Passadas 36 horas de seu resgate sua saúde ainda inspirava muitos cuidados e sua sobrevivência ainda é incerta. Um deles apresentou problemas respiratórios que aparentemente foram contornados, atualmente estão sendo tratados pela equipe da organização. Em função das cores foram carinhosamente apelidados de Smurf e Shrek pelos profissionais que tratam deles.

A remoção total da tinta com banhos e com a natural troca de pelos ainda pode levar vários meses, durante esse período muita coisa ainda pode vir a acontecer. Uma das grandes preocupações é que como os gatos fazem sua própria higiene lambendo-se acabam ingerindo a tinta, que é bastante tóxica. Trata-se de uma corrida contra o tempo para evitar que danos piores ainda sejam causados à saúde devido a essa ingestão.

Se você quiser saber mais sobre o caso ou mesmo colaborar com a instituição que está tratando da saúde desses bebês felinos, acesse o site oficial deles, o endereço do site está logo abaixo, no final do post.

Lamentável que nos dias de hoje animais ainda sejam submetidos a atitudes completamente cruéis e imbecis como essa, é um daqueles momentos em que nos envergonhamos de ser humanos. Vamos todos torcer para que se recuperem e sejam adotados tão logo estejam recuperados e principalmente que não fiquem com sequelas graves que possam prejudicar toda a sua vida.

O site do Bradford Cat Watch Rescue Centre, para quem quiser saber mais sobre o caso, acompanhar a evolução dos bebês ou até colaborar com doações é:

http://bcwr-kittens.co.uk/

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Tênis produzido com lixo encontrado no oceano

Em uma parceria com o grupo Parley for the Oceans, a empresa alemã Adidas produziu um tênis conceitual feito com resíduos recuperados do oceano. O calçado, chamado de "Adidas Parley", tem sua parte superior feita de fios de redes de pesca recuperadas pelo Sea Shepherd, parceiro do Parley, em uma operação de combate à pesca predatória. Já o solado foi produzido em uma impressora 3D usando como matéria prima plásticos diversos também retirados do mar.

Mais de 72 Km de redes ilegais foram recuperados pelo Sea Shepherd durante a Operação Icefish, após serem abandonadas por um navio pesqueiro, o qual depois de 110 dias de perseguição foi propositalmente afundado por seu capitão na costa da África.

Cyrill Gutsch, fundador do Parley for the Oceans, declarou "É preciso muita coragem para uma empresa deste tamanho comprometer-se com a nossa causa e aprofundar-se nela como a Adidas fez. A visão é trabalhar como uma equipe, para ter uma relação de trabalho altamente colaborativo, onde ambas as organizações trazem em suas ideias, conhecimentos e rede. Isto cria um potencial incrível para trazer a luta contra a poluição do plástico em uma dimensão totalmente nova."

O produto é apenas um protótipo, que foi apresentado à imprensa não foi informado se um dia entrará em linha de produção e chegará ao mercado consumidor, mas as entidades envolvidas afirmam que em 2016 a parceria renderá produtos que chegarão às lojas. Só nos resta aguardar ansiosamente as novidades.