O problema do lixo na China vem aumentando dia a dia e a remuneração dos trabalhadores locais também não é grande coisa, mas um fazendeiro e seu filho encontraram uma solução para lidar com ambos os problemas e ainda estão ganhando $ 160,000.00 por ano. O que eles fazem? Criam "Transformers" de sucata.
Yu Zhilin, que apesar de trabalhar no campo possui formação em artes plásticas, teve a ideia de usar seu tempo livre para criar as estátuas robôs usando velhas peças do carro. Dentro de uma fábrica abandonada ele e seu filho Lu Yingyun levaram 3 anos para completar o primeiro robô.
Na China a franquia Transformes fatura mais que qualquer outro filme, e com o sucesso que pai e filho tiveram decidiram dedicar-se mais à atividade e a partir daí foram se aperfeiçoando e suas criações tornaram-se a cada dia mais aprimoradas, maiores e construídas em menos tempo.
Atualmente as vendas chegam a $ 160,000.00 por ano, um negócio próspero criado a partir do lixo! Suas últimas recriações do Bumblebee e do Optimus Prime tornaram-se conhecidas no mundo inteiro, não só porque são imensas e incríveis de se ver como por serem uma solução extremamente criativa para reciclar lixo que iria acabar virando poluição em algum aterro sanitário.
Rich Lee trabalha como vendedor em St. George, Utah, e é um apaixonado por tecnologia. Alguns anos atrás ele perdeu boa parte da visão de seu olho direito e desde então começou a pesquisar maneiras de usar a tecnologia para melhorar seu corpo. Recentemente ele decidiu implantar minúsculos fones de ouvido diretamente em seus pavilhões auditivos. Com isso ele pode, por exemplo, usando um media player com um amplificador e um colar-bobina, ouvir música sem que ninguém saiba. Parece futilidade, mas na verdade o implante busca bem mais que isso.
Com o progresso de seus problemas oculares, a ideia principal dos implantes é compensar a eventual perda da visão com a ecolocalização. Algo semelhante a um radar que lhe permitiria interpretar as formas e dimensões dos objetos que o rodeiam com base na maneira como eles reagem às ondas sonoras emitidas e refletidas, bastante semelhante à maneira como um morcego percebe seu arredores no escuro.
Os implantes, que consistem basicamente de imãs de neodímio, poderiam ser perigosos, trazendo risco de infecção e até amputação das orelhas, por isso Rich procurou um artista especializado em modificações corporais para realizar o trabalho. Os imãs foram revestidos com uma camada de ouro e depois passaram por um processo de bio-impermeabilização. Em seguida foi feita uma pequena incisão na protuberância em frente a abertura do ouvidor onde foi feita a inserção e a posterior sutura. A recuperação levou cerca de uma semana e só exigiu um pouco de gelo e ibuprofeno.
Fisicamente o som é uma sequência ondas ou vibrações no ar. O dispositivo de Lee, em conjunto com os implantes, imita a forma como nossos ouvidos normalmente percebem o som. Um media player gera o som que é transmitido a um pequeno amplificador e em seguida ao colar-bobina feito de fios de cobra. Conforme a corrente passa pela bobina faz com que os imãs implantados vibrem. Segundo Lee, a qualidade do som é comparável à de um par de fones de ouvido baratos.
O experimento ainda está em seu estágio inicial, segundo Rich ele está testando múltiplas configurações de bobinas, tensão, etc. No estágio atual uma bateria de nove volts esgota-se em 1 hora, a expectativa no entanto é grande. A visão do olho afetado de Lee vem caindo aos poucos e a tendência é que seu olho ainda não afetado siga o mesmo caminho. Até que isso aconteça ele pretende ter avançado na sua experiência a ponto de ter um telêmetro ultrassônico que lhe permita ouvir a aproximação dos objetos e substituir ainda que parcialmente a visão perdida.
Franz Reichelt era um alfaiate nascido na Áustria em 1879 e radicado na França, tendo obtido cidadania francesa em 1909. Pioneiro do paraquedismo, ele elaborou um traje destinado a aviadores que convertia-se em um paraquedas e que lhes permitiria sobreviver caso eles fossem obrigados a abandonar as aeronaves.
Os primeiros testes das versões iniciais do invento foram bem sucedidos e foram realizados com manequins jogados do quinto andar do seu prédio, depois de aperfeiçoamentos os testes seguintes não tiveram sucesso. Franz acreditava que os fracassos em parte eram fruto da falta de uma plataforma suficientemente elevada para testes, por isso pediu permissão à prefeitura de Paris para realizar um teste da Torre Eifel. Após várias negativas da administração municipal, finalmente no início de 1912 foi concedida a permissão.
Às 07:00 do dia 04/02/1912 Franz chegar à torre para a realização do teste. Com a imprensa presente, ele informa que o experimento não usaria manequins e que ele próprio saltaria usando o traje. Amigos e espectadores tentaram fazê-lo mudar de ideia sem sucesso. Houve discussão com a polícia local, para assegurar que houvesse espaço suficiente para o pouso e que a área estivesse devidamente isolada. Finalmente às 08:00 o alfaiate subiu ao primeiro pavimento da torre, pouco menos de 60 metros acima do solo, e verificou a direção do vento com um pedaço de papel arrancado de um livro. Às 08:22, observado por cerca de 30 jornalistas e curiosos e preparou-se para o salto. Usando um banquinho e uma mesa para ter acesso ao guardrail da torre ele hesitou por cerca de 40 segundos e finalmente pulou com seu paraquedas
parcialmente aberto. Caiu poucos segundos depois aos pés da torre, no solo congelado da capital francesa.
Algumas fontes informam que a necropsia constatou que a morte de Reichelt teria ocorrido antes de chegar ao solo, decorrência de um ataque cardíaco, outras informam que a morte foi decorrente dos traumas do impacto. Ele já estava morto quando os espectadores correram em seu socorro, mesmo assim foi levado para o hospital Necker, onde foi oficialmente declarado morto. Segundo o Le Petit Parisien ele teria sofrido esmagamento da perna e braço direito, além de fraturas de crânio e coluna. Já o Le Figaro declarou que seus olhos estavam bem abertos e as pupilas dilatadas, como se estivesse aterrorizado.
Os jornais franceses do dia seguinte relataram a "experiência trágica" de Reichelt com fotos de todos os momentos do teste e inclusive a profundidade do buraco gerado pelo impacto do corpo com o solo (cerca de 15 centímetros). Segundo entrevista com um dos amigos de Reichelt ele sentira-se pressionado a realizar uma demonstração pública para atrair patrocinadores antes que a apetente de sua invenção expirasse. Ironicamente 2 dias antes um norte-americano havia saltado com sucesso da tocha da Estátua da Liberdade.
As história de Reichelt, bem como as fotos e o filme do desastroso experimento, correm o mundo até hoje. Para alguns ele era apenas um louco, para outros apesar de seus estado mental o alfaiate possuia uma incrível genialidade.
Depois do ocorrido as autoridades francesas passaram a dificultar a concessão de permissão para experiências na Torre Eiffel. Após Reichelt a primeira morte ocorrida em um salto a partir da torre foi a de um norueguês em 2005. Antes disso um salto de 1985, realizado para um filme, foi bem sucedido.
Um pouco ao sul da Cidade do México, entre os canais de Xochimico, encontra-se uma pequena ilha conhecida como "Isla de las Munecas" (Ilha das Bonecas). De uns tempos para cá a ilha tem se tornado um destino turístico bastante visitado no México em função de suas habitantes.
Penduradas nas árvores do local encontram-se centenas de bonecas. Ao chegar na ilha o que se vê são as bonecas expostas ao tempo, muitas sem membros, sem cabeças ou sem olhos. A visão é assustadora mesmo durante o dia, durante a noite é apavorante.
Pelo que se sabe tudo começou quando Don Julian Santana Barrera era o zelador da ilha. Pelo que se sabe Julian encontrou uma menina afogando-se e não foi capaz de salvar-lhe a vida, pouco depois encontrou uma boneca boiando próximo a um dos canais que ele presumir ser da menina morta. Por respeito ao espírito da menina ela prendeu a boneca ao galho de uma árvore. Aparentemente Julian passou a sentir-se atormentado pela lembrança do afogamento e por não ter sido capaz de salvar a criança e começou a oferecer mais e mais bonecas ao seu espírito. Após 50 anos coletando bonecas e pendurando-as nas árvores da ilha, Julian foi encontrado morto por afogamento, no mesmo local onde afogou-se a menina.
Muitos habitantes das redondezas acreditam que espíritos habitam o local e que Julian juntou a eles. A ilha é considerada encantado e após a morte de Julian em 2001 tornou-se uma atração turística. Os visitantes têm o hábito de trazer novas bonecas para o lugar, perpetuando o ritual do antigo zelador.
O fato aconteceu em Obninsk, na Rússia, em janeiro de 2015, auge do inverno russo. É tão incrível que parece uma fábula. A personagem principal de nossa história é Masha, linda uma gata de rua de pelos longos, que vivia vagando por um conjunto habitacional de classe baixa. Os moradores sempre a toleraram e alimentaram a felina que sempre demonstrou ser muito inteligente e carinhosa.
Em uma fria manhã de inverno, Madeschda Machikowa, uma aposentada de 65 anos de idade que vive no local, ouviu gritos estranhos vindos da escada. Acreditando que Masha pudesse estar em apuros desceu rapidamente as escadas para ajudá-la e notou que os gritos vinham de uma caixa de papelão. O que Madeschda encontrou ao abrir a caixa foi surpreendente. Masha realmente estava na caixa, mas estava quieta, não era ela quem estava gritando, os gritos eram de um bebê humano que estava ao lado dela! Masha aconchegara-se junto do pequeno para aquecê-lo e lambia-lhe o rosto carinhosamente. Próxima ao bebê havia uma pilha de fraldas.
Ainda chocada, Madeschda chama uma ambulância que leva o recém-nascido, que passa bem. Estima-se que o bebê, cujos pais até a data dessa publicação não haviam sido identificados, não haveria resistido ao frio do inverno russo se não houvesse sido socorrido pela pequena heroína de 4 patas. Masha tornou-se uma celebridade na cidade, mas pelo que se pôde apurar continua a viver como errante no conjunto habitacional.